terça-feira, 3 de novembro de 2009
Minha busca.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Quando Ana me deixou.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Silêncio.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Perdoa, amor, perdoa.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Memórias, crônicas e declarações de amor.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
4.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Saudade.
domingo, 13 de setembro de 2009
Ao Medo.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Noite.
Jamie Cullum canta para mim. Sua voz entra em meus ouvidos, suas músicas fazem parte das minhas noites solitárias.
Não há viva alma ao meu lado. Por alguns instantes me sinto absurdamente só. Para mim, a única saída é dormir. Mas o sono está longe.
Minha única companhia é a insônia. Os livros perderam, por algumas horas, toda sua magia. As histórias não preenchem meu coração.
Os cigarros são consumidos velozmente. Um após o outro.
Minhas ideias movem-se rápido. Deixam-me tonta.
As frases já não fazem sentindo, as palavras saem sem que eu perceba.
A luz do abajur me incomoda. Mas o medo do escuro fala mais alto.
Quero encostar minha cabeça no travesseiro e acordar só amanhã. Com o sol entrando, sem pedir licença, pela janela que eu esqueci de fechar.
Minha mente pede para descansar. Meus sentidos não deixam.
Minha visão está embaçada, minha fala não passa de um sussurro, meu tato está praticamente insensível. Meus ouvidos ouvem apenas meus devaneios loucos, a música está atrapalhando, mas não quero que pare.
Meu coração bate, lentamente, no ritmo do jazz suave.
Os primeiros sinais do sono aparecem e não quero que me deixem.
Vou me render aos sonhos. Vou me render e abandonar o mundo, por seis horas.
Seis horas, em que visito outros mundos, outras pessoas, outras vidas.
Seis horas que deixo de ser-me completamente. Seis horas que, muitas vezes, desejo que durem muito mais.
Vou-me, vou viver essa vida louca de sonhos impossíveis.
Vou fugir, pois, logo mais, tenho que voltar.
Love,
Cah.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Queria.
Eu sei, todo mundo me diz isso,
mas queria voltar no tempo.
Queria, eu, te impedir.
Te tirar do abismo,
arrancar, com minhas mãos,
a dor do teu peito.
Te acolher em um abraço,
te afastar do leito.
Poder salvar-te dos teus medos.
Love,
Cah.
